quarta-feira, 2 de março de 2022

7 falhas na comunicação que fizeram a Larissa ser eliminada do BBB 22


Todo mundo aprende à falar naturalmente. Evoluímos quando percebemos que a comunicação pode ser estratégica e adequada para cada situação.
Me perguntei, quais foram as falhas de comunicação de Larissa, a sexta eliminada do Big Brother Brasil 22? 
Apresento sete falhas na comunicação que levaram a brother à perder o prêmio de 1.5 milhão de reais.  
1- Falava muito e escutava pouco. Tem um ditado que diz que temos duas orelhas e uma boca porque precisamos escutar em dobro. 
2- Fazia drama: chorou demais e exageradamente. A emoção conquista, mas tem que nascer no coração.
3- Mentiu: A estratégia queimou a imagem dela dentro e fora da casa. A mentira revela o caráter. Busque a sua verdade e fale com segurança.
4- Não definiu sua estratégia de comunicação. Larissa tinha uma super vantagem por ter entrado duas semanas depois do início do jogo e já conhecer os participantes. Mesmo assim chegou atirando para todos os lados e fazendo um jogo que resultou em 88,59% de rejeições.
5- Faltou comprometimento: Antes de entrar prometeu coisas e quando entrou não cumpriu nada. Se você quer passar credibilidade não é esse o caminho! Não prometa ou cumpra.
6- Julgou muito: não assumiu os conflitos, colocou a culpa nos outros, fazia dramas como na discussão com Pedro Scooby por que ele jogou limão no lixo, disse que era uma indireta em função do emoji da sua torcida, que é um limão, por ela ser da cidade de Limoeiro - PE.
7- Comprou briga com Arthur, sem motivos relevantes. Ficou em evidência, só que de forma negativa.

Ser um influenciador exige responsabilidade com o que comunica. Mesmo que você não assista o programa, as 7  falhas de comunicação devem ser evitadas e as lições são válidas dentro e fora das telinhas.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

ORATÓRIA PARA TCC

Estou escrevendo um livro, já está na fase das ilustrações. Vou compartilhar com vocês  os agradecimentos.


AGRADECIMENTOS
“A minha herança é o estudo” palavras do meu querido pai. Sempre ouvi isso na infância. O seu legado foi muito além. Ele me mostrou que, com determinação e responsabilidade se concretiza um sonho. Para você Carlos Gonçalves Aragonês um eterno agradecimento.
Um dia ela decidiu que mudaria de cidade porque os filhos tinham que estudar e se formar. Com essa determinação me mostrou o poder, a força e a dedicação de uma mãe. Independente e cheia de vida minha amada mãe Augusta me inspira em todos os momentos.
Um agradecimento especial ao Luiz, meu marido, pelo apoio e confiança na minha pessoa e credibilidade na realização deste projeto. A Carol, minha primogênita pelas interrogações que me levam a momentos de reflexões e consequentemente a mudanças. Ao meu filho Fernando por valorizar a profissional que me tornei. E a minha filha Thaiz por me ensinar a ver o feio e o belo na mesma imagem. 
Aos meus netos, Marcos Vinicius e Maria Eduarda, desejo que um dia este livro faça parte de suas trajetórias acadêmicas.
Agradeço aos meus professores, colegas, amigos, pacientes e clientes que encontrei em algum momento da minha trajetória e tive o privilégio de me relacionar e aprender muitas lições.
Para minha sócia, a Jornalista Thaiz Aragonês Didoné um agradecimento especial. Ela faz do nosso negócio a melhor parceria. Gosto de sentir sua admiração e confiança. Com ela aprendo constantemente a ver, escutar, pensar, falar e escrever. Ela me incentiva e motiva a realizar.  
Aos meus queridos alunos, o maior agradecimento. Conviver com vocês me proporcionou experiências que me transformaram na autora desse livro.
Eu dedico esse livro especialmente, a você leitor, que se diferencia pela excelência.


segunda-feira, 21 de maio de 2018

MEDO DE FALAR EM PÚBLICO


Querido leitor
Uma vez fui coordenar uma mesa redonda em um congresso em foz do Iguaçu, no Paraná e uma das participantes me procurou e disse: estou muito nervosa acho que não vou conseguir apresentar minha parte. E eu compreendi o nervosismo da minha colega, afinal mais de 100 pessoas assistiriam sua apresentação. Conversamos um pouco, orientei e pensei que estivesse tudo tranquilo. Na hora de testar os slides um pouco antes da apresentação, ela entrou em pânico e disse: Não! Está tudo errado! Esta não é minha apresentação. E sumiu. Tive que buscar alguém pra substituir  rapidamente a participante.
No evento eu tinha conhecido uma profissional muito determinada, com postura de bem sucedida. Na época laptop era novidade e ela andava pelos corredores carregando seu computador, caminhava firme e com postura que passava autoconfiança. Convidei-a para assumir o lugar da palestrante, porque dominava o assunto. A resposta foi rápida e certeira: oportunidade não se perde. Me dê uma hora pra organizar meus slides.
 As duas personagens desta história me marcaram: uma pela insegurança e medo e a outra pela coragem e autoconfiança.
Pergunto qual a diferença entre as profissionais? As duas dominavam o assunto e tinham experiência na área. Só que a segunda era segura, e enfrentou o desafio sem medo.   A primeira recebeu o convite se preparou durante seis meses, fez a apresentação, estudou e na hora entrou em pânico. Fugiu, literalmente. Independente da consequência do ato, da imagem pessoal e profissional, o medo foi maior e, a fez desistir.  A outra mostrou segurança. Provavelmente, logo no início do evento ela também sentiu um friozinho na barriga, mas isso só serviu para ela se organizar e ter certeza que tinha condições de se controlar. Sim se controlar, porque só uma pessoa vai poder controlar o SEU medo. VOCÊ. Isso é resultado de acontecimentos que aconteceram na infância quando os pais diziam “criança não se mete em conversa de adulto” ou, fatores que ao longo do tempo interferiram na autoestima e que hoje levam a pessoa a pensar “eu não sou capaz, eu não sei o suficiente”. “E se eu errar o que vão pensar de mim”?
As duas profissionais do exemplo que mencionei foram criadas totalmente diferentes uma do outra. Provavelmente uma sendo incentivada a falar, num ambiente positivo de valorização da comunicação, enquanto que a outra num ambiente negativo, com muitas críticas e desvalorização da sua opinião o que  justifica a dificuldade de lidar com o julgamento e assim carrega consigo, por toda a vida, o medo de errar. O que lhe impede de crescer pessoalmente e profissionalmente.
Entrar em pânico é o auge do medo, leva a pessoa a sair correndo, desistir e desaparecer. 
É importante saber que sempre sentiremos medo ao falar em público. Eu recomendo identificar o nível deste sentimento. É leve, moderado severo ou profundo? Os dois primeiros níveis são facilmente controláveis já o severo e profundo se deve dar atenção especial buscar ajuda profissional e superá-los. 
Querido internauta agora preste atenção nas três dicas para controlar o medo de falar em público:
 1º. Conheça a fonte. É importante identificar a fonte que gerou seu medo para poder ressignificar àquela situação. Como o medo foi gerado na infância quem recebeu foi uma criança, agora você é um adulto e tem condições de receber de forma madura e resolver tranquilamente a situação.  Se você sofreu bulling, por exemplo: falava errado e os amiguinhos zoavam, agora mudou tudo, provavelmente os amigos são outros, você não fala mais errado e o que ficou foi o sentimento ruim, muito ruim de incapacidade. Ou se o ambiente que você se desenvolveu era muito hostil, autoritário, foi uma criança muito criticada e desvalorizada hoje o ambiente é outro, tudo mudou, você é o autor de sua vida. Vá em frente, descubra qual é a fonte geradora do medo e destrua.

2º. Identifique a situação. O medo não aparece em todas as situações de fala, então recomendo que identifique em quais casos você tem medo de falar. Por exemplo: fico com medo de falar para pequenos grupos, ou tenho dificuldade de me expor em reuniões, de me posicionar diante do chefe, coordenar um projeto, palestrar para uma plateia muito grande. E se pergunte por quê? E depois responda o que acontece? Como o medo aparece?
 Agora identifique as situações que você tem facilidade de falar, faça uma lista tenho certeza que são muitas. Como: no barzinho com amigos, na hora do café no  trabalho, na escola com os colegas. Esta é a sua comunicação natural.   
A dica é resgate os sentimentos e os recursos de comunicação que você usa nas situações de fluidez e aplique nas situações difíceis. O objetivo é buscar o orador mais próximo da sua natureza e lapidar com técnicas de oratória para o sucesso do seu discurso.

3. Drible seus medos. Identifique, ressignifique e enfrente, pense racionalmente sobre o medo. As pernas estão trêmulas? Relaxe. Frio na barriga? Desconsidere. Só você sabe que ele está lá. Voz trêmula? Respire fundo e lentamente. Suor? Use roupas escuras pra disfarçar.
Lembre-se toda a exposição pública é sempre uma estreia por isso um nível baixo de estresse você vai sentir. Então se prepare para dominá-lo. Ao pisar com a planta do pé no chão do palco  seja o dono do lugar, então pise firme porque o território é seu! Lembre-se que medo representa uma evidência falsa que parece real.

Caro Internauta me conte sua história relacionada ao medo de falar em público.  Pra tudo tem orientação e solução, tenho certeza que posso contribuir com o sua superação.
Hoje nosso assunto foi sobre o medo de falar em público, e você viu que é importante saber o que desencadeou esse medo na infância, conhecer as situações que ele aparece e treinar usando técnicas e conhecimentos para dominá-lo. Este só foi o primeiro artigo de uma série. Vou continuar escrevendo aqui no Blog sobre esse fantasma que assombra muita gente.   Nos acompanhe! Se gostou curta, compartilhe.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Oratória da Empreendedora


Fiz uma Palestra no Núcleo da Mulher Empresária e, para isso estudei o perfil comunicativo de várias Empresárias. Eu queria identificar a forma de falavam, o tom de voz, as palavras, o conteúdo do discurso, os gestos... E selecionei alguns nomes. Confira!




sábado, 26 de agosto de 2017

MEU PRESENTE

Minha mãe e eu conversamos muuuuuito! No dia 18 de agosto de 2017, meu aniversário, ouvi belas palavras dela na hora do almoço no Café Paris. 




Medo de Falar em Público